#Resenha: Cidades de papel

Ei meninas tudo bem?

Quem ai já leu o livro Cidades de papel? Eu li o livro há muito tempo, acho que tem mais de um ano, mas como exclui o antigo blog resolvi contar pra vocês o que achei do livro.

Sinopse: Em Cidades de papel, Quentin Jacobsen nutre uma paixão platônica pela vizinha e colega de escola Margo Roth Spiegelman desde a infância. Naquela época eles brincavam juntos e andavam de bicicleta pelo bairro, mas hoje ela é uma garota linda e popular na escola e ele é só mais um dos nerds de sua turma.

Certa noite, Margo invade a vida de Quentin pela janela de seu quarto, com a cara pintada e vestida de ninja, convocando-o a fazer parte de um engenhoso plano de vingança. E ele, é claro, aceita. Assim que a noite de aventuras acaba e um novo dia se inicia, Q vai para a escola, esperançoso de que tudo mude depois daquela madrugada e ela decida se aproximar dele.

No entanto, ela não aparece naquele dia, nem no outro, nem no seguinte.Quando descobre que o paradeiro dela é agora um mistério, Quentin logo encontra pistas deixadas por ela e começa a segui-las. Impelido em direção a um caminho tortuoso, quanto mais Q se aproxima de Margo, mais se distancia da imagem da garota que ele pensava que conhecia.

Minha opinião: Comecei a ler o livro com àquela empolgação anterior ao livro “A culpa é das estrelas” e no começo me decepcionei um pouco, achei a história meio que vazia, sem fundo moral, achei a Margo fútil e o Quentin um garoto bobo apaixonado. Com o desenrolar da história e todas as aventuras em busca de si mesmo comecei a me identificar com a Margo quanto a busca pelo auto-conhecimento e a fuga da vida de papel.

Na concepção do autor cidades de papel são cidades vazias e pessoas de papel são as pessoas que vivem nestas cidades e não conseguem ser elas mesmas, são pessoas que vivem sempre sendo a ideia perfeita daquilo que as pessoas querem que elas sejam e não conseguem se aceitar.

Gostei muito da concepção do autor e principalmente por ter me envolvido na história. Muitas vezes o que precisamos é de tempo para podermos descobrir quem realmente somos e muitas vezes as pessoas não nos permitem esse tempo e quando isso acontece o que temos que fazer é partir. Buscar o nosso eu.

O livro é incrível traz concepções que vão desde a saída do ensino médio e suas nostalgias a reflexos sobre os padrões impostos pela sociedade em quem temos que ser.

Pra quem gostou do livro, esse ano tem filme ❤

Estão tão ansiosos quanto eu para a estreia nos cinemas?

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